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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Não basta estar nas redes sociais, tem que participar!

Que bom que o marketing digital já é uma realidade e as empresas já começam a entender que elas estão nas redes sociais, querendo ou não. Porém, com isso vemos boa parte delas cometendo um grande erro: criam perfis em todas e redes e pronto, acham que já estão inseridas nas mídias sociais. Não é bem assim que as coisas funcionam. Presença digital é mais que isso.

A tão falada presença digital exige muito mais do que uma conta numa rede social. Exige participação, colaboração, atendimento, e se isso for bem feito o resultado é o chamado engajamento. Ele, o engajamento, por parte dos consumidores nunca foi tão buscado, ao mesmo tempo que tem sido muito importante para as empresas, pois significa que você tem a tão sonhada propaganda boca-a-boca potencializada pelo poder da internet.

Uma prova disso são os “likesou "curtir” do Facebook, pelos quais muitas empresas têm feito verdadeiras loucuras, até canibalizando suas margens de lucro em troca de uma boa repercussão. Mas, vamos pensar juntos: se uma empresa cria uma página no Facebook, mas não interage em nada com você e de repente te manda um convite para “curtir” sua página, você o faria? Na maioria das vezes, não.

A implementação do marketing digital não é uma tarefa fácil. É necessário planejamento, tempo, competência e dedicação, mas ele não faz milagre. Ou seja, se a empresa for ruim, não existe estratégia de marketing (offline ou online) que faça o consumidor ter impressão contrária. E mais, paciência e análise estratégica do mercado são fundamentais. Mas cuidado: o marketing digital não deve trabalhar sozinho. Mais do que nunca a crossmedia, o cruzamento entre as “modalidades” de marketing, tem se tornado essencial, ou seja, nem só o online, nem só o offline. Uma boa estratégia de comunicação para cada segmento de atuação é o segredo do sucesso.

Na verdade, muitos são os fatores a serem analisados e todos eles são muito complexos, mas abaixo seguem algumas dicas que podem te ajudar nessa tarefa:
  • Primeiro de tudo, contrate (ou forme) um especialista. O marketing digital não é um adendo, um apêndice, mas uma área que requer alguém capacitado e com o tempo dedicado para isso;

  • Planeje e elabore uma estratégia. Busque mais informações sobre como seu público interage dentro de cada rede, em quais redes estão e o que buscam em cada uma delas, quem são os formadores de opinião e principalmente quais os interesses e linguagem;

  • Nunca minta. Não tente mostrar uma empresa que na verdade não existe, pois mais cedo ou mais tarde seu consumidor descobrirá e pode ficar decepcionado a ponto de poder gerar uma ação bem negativa e com grande prejuízo;

  • Não limite-se a fazer propaganda de seus produtos e serviços. Quanto menos fizer, melhor será visto. O usuário tem que identificar seu perfil como aquele que proporcionará algum conteúdo e não apenas ofertas e propagandas.

  • As redes sociais são muito mais sociais do que comerciais, por isso a necessidade de estabelecer relacionamento com seus clientes;

  • Não deixe de responder as mensagens que chegarem com rapidez e sinceridade.
Por Elizabeth Cunha - http://www.pontomarketing.com/

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Vídeo - Os estereótipos dos usuários do Facebook

Qual tipo de usuário do Facebook você é?

Aquele que dá “curtir” em tudo? O que fica postando fotos tiradas no espelho do banheiro? Ou aquele que fica conectado até quando está fazendo o “número 2″? Se você não se identificou com os tipos citados, veja o vídeo que a Altoids criou para celebrar os "feicebuqueiros" que adoram usar essa rede social.

O vídeo é muito engraçado e reflete um pouco dos estereótipos encontrados no Facebook e, com algumas adaptações, também em outras redes sociais. Não é difícil achar gente assim nas redes e esse é um dos fatores que faz com que algumas pessoas não se adaptem bem ao uso de redes sociais digitais. Os estereótipos seguem determinados padrões de comportamento que são repetidos por muitos usuários, o que pode irritar certas pessoas que não gostam de modismos sociais, especialmente quando replicam atitudes fúteis.
Você se identifica com algum tipo do vídeo?
Qual? Diga nos comentários!

Fonte: www.pontomarketing.com

segunda-feira, 25 de abril de 2011

10 sugestões para usar as redes sociais com eficiência

Com a mania atual das redes sociais, o tempo fica curto para ingressar em todas elas. Constantemente surgem novidades na web e mal sabemos o que atualizar ou quando fazê-lo. Essas questões podem ser decisivas para a participação eficiente de um indivíduo em uma rede. Hoje, imagem e influência nas redes sociais definem a proximidade de um usuário com os demais nesses espaços.

Para ajudar na manutenção das boas relações dentro das redes, veja abaixo 10 dicas para aumentar sua influência e realmente fazer amigos nas redes sociais.

 

 

1. Seja o que você é, mas também seja o que o outro quer que você seja. A harmonia disso garante o bom uso.

Nas redes sociais as impressões sobre um usuário podem ser muito subjetivas. Muitos podem te amar e te odiar da mesma forma que você tem sua visão própria de sua participação nesse espaço. A questão é não esquecer que as redes sociais (qualquer uma!) são vias de mão dupla na qual qualquer tweet, comentário, postagem, recado ou atualização terá alguma influência em seus leitores, seguidores, amigos e nos demais usuários.

2. Compartilhamento de conteúdo através das redes nem sempre é benéfico. Olha o que você posta por aí, onde todo mundo vê.

Cada usuário da web gosta de algum tipo de conteúdo. Para agradar não é preciso postar tudo sobre tudo em seus espaços. Defina temas e metas desse compartilhamento de links. Não se torne um “ser duvidoso de origem desconhecida”.

3. Alcance o impossível, mostre os erros, conheça o desconhecido e a Web mudará para você.

Sabe aquela história de que algumas pessoas são intocáveis? Pois é, nas redes sociais não tem muito isso não. A intervenção (necessária) de usuários da web pode alterar o fluxo e o tipo de informação dada. Isso te dá o poder de gerar informação, não apenas de consumi-la.

4. Interatividade é a base das relações em redes. Lembre-se que não está só na internet e busque crescer com o que virá.

Ouvir (ou ler se for o caso), gerenciar a atenção recebida e repassada, buscar comunicar-se (e não apenas falar) são práticas comuns na vida real e que se tornam muito necessárias nas redes sociais. Não seja o “senhor popular” no mundo real e um “Deus” de imagem oca no mundo virtual. Saiba conciliar tudo e valorize todas as imagens pensadas de você.

5. Guarde alguns comentários para si mesmo. Nem todos devem ser expostos.

Já pensou que tudo o que você pensasse sua boca se abrisse e falasse? Muito chato isso, não? Então, por que fazer isso nos seus perfis nas redes sociais?

6. Mais vale 140 caracteres bem digitados que 140 caracteres num português ilegível.

É muito ruim receber uma mensagem ilegível ou incompreensível. Nas redes sociais, é possível sim ser simples, bem compreendido e ainda escrever numa língua conhecida. Lembre-se que todo mundo vê o que você publica!

7. Nem tudo que cai bem no Twitter cai bem no Facebook e vice-versa.

Muita gente que sincroniza suas redes por softwares para facilitar a atualização dessas duas e outras (como o Buzz, o FourSquare e afins), possui um hábito meio chato: postam tudo em tudo. Alguns assuntos e conteúdos deveriam ser exclusivos de uma determinada rede social.

8. Sincronia é a base para atualizar, não é tudo.

Tudo junto e misturado. Compensa a falta de tempo, mas será que um tempinho para compartilhamento em cada um dos seus perfis em suas redes sociais não daria a cada um deles uma feição única?

9. Observe posts, comentários, fotos e tweets antes de entrar num assunto. Verifique as fontes para fazer um comentário sólido.

Muitos conhecem os famosos penetras, não é mesmo? Pois saibam que, em redes sociais, vez ou outra todos nós somos penetras. Mas do que adianta ser um penetra se você não souber o que está acontecendo?

10. Facebook não é só joguinhos nem comentários, assim como Twitter não é só twittar. Não se ganha influência apenas por isso.

Hoje redes sociais não se baseiam apenas na necessidade de ver, mas na necessidade de ser visto e de influenciar quem te ver a pensar de uma forma parecida com a sua. Sem isso, não há opinião, discordância nem concordância entre pensamentos.

*Marcos Rodrigues é estudante de Jornalismo, amante de redes e mídias sociaise acredita no novo meio de interação.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Boca a boca virtual também pode ser positivo para marcas

Uma coisa que a Internet trouxe, seja para o bem ou para o mal, é a oportunidade de tomarmos conhecimento da conduta das empresas em relação aos seus consumidores. Antes da existência de sites como o "Reclame Aqui", um consumidor insatisfeito podia escrever uma carta para os jornais, essa reclamação tinha seu impacto, mas ao longo de algum tempo desaparecia da memória da maioria. Isso permitia que novos consumidores fossem apanhados nas redes de empresas ruins pelos mesmos problemas. 

Hoje uma rápida busca no Google pode revelar como uma empresa vem tratando seus clientes e administrando o relacionamento com eles. A informação está na rede acessível e preservada, basta um clique do seu mouse. Forma de fiscalização maior não pode existir! Por isso, seja virtualmente ou não, trate bem o seu cliente hoje, pois na memória da Web sempre cabe mais uma história para contar....

Ana Martins

Consumidores compartilham boas experiências em sites
como Elogie Aki e o Kekanto

Definitivamente, a internet virou uma espécie de trombone para os consumidores insatisfeitos que querem ser ouvidos pelas empresas. Diariamente, comunidades no Orkut, perfis no Twitter, blogs, fóruns e sites como o Reclame Aqui e o Reclamão.com disparam pela web reclamações e críticas direcionadas às mais variadas marcas.

A boa notícia para as empresas é que os internautas agora começam a se interessar em elogiar e passar uma imagem positiva de marcas, serviços e produtos no meio virtual. Iniciativas como o
Elogie Aki e o Kekanto ajudam a incentivar os consumidores a compartilharem suas boas experiências de compra.

Boca a boca virtual positivoO Elogie Aki surgiu depois que Ana Fontes (foto) e Gildo Henrique perceberam que só existiam canais virtuais para que os consumidores falassem mal das marcas. A partir daí, os sócios tiveram a ideia de criar um espaço para que as empresas fossem reconhecidas por suas qualidades e pelo seu bom desempenho.
“Acreditamos na forma positiva do consumo. A reclamação motiva as empresas a mudarem, mas o elogio e o reconhecimento ajudam a manter as boas atitudes”, acredita Ana Fontes, Diretora do Elogie Aki, em entrevista ao Mundo do Marketing. O site foi lançado em maio de 2009, depois de seis meses de projeto, e hoje conta com mil cadastrados e cerca de mil elogios.

Recomendação e integração social

O Kekanto nasceu com um propósito um pouco diferente do Reclame Aki, mas também reúne elogios e qualidades de empresas, produtos e serviços de categorias diversas. Observando que, na construção civil, a contratação de um serviço era feita normalmente pelo boca a boca, os estudantes da USP Bruno Yoshimura e Fernando Okumura (foto abaixo) decidiram facilitar o processo e criar uma espécie de boca a boca virtual em que os consumidores pudessem encontrar resenhas para facilitar e acelerar a decisão.O Kekanto nasceu com um propósito um pouco diferente do Reclame Aki, mas também reúne elogios e qualidades de empresas, produtos e serviços de categorias diversas. Observando que, na construção civil, a contratação de um serviço era feita normalmente pelo boca a boca, os estudantes da USP Bruno Yoshimura e Fernando Okumura (foto abaixo) decidiram facilitar o processo e criar uma espécie de boca a boca virtual em que os consumidores pudessem encontrar resenhas para facilitar e acelerar a decisão.

Boca a boca virtual positivoO que a princípio seria um site focado apenas no segmento de construção civil, hoje tem 27 categorias, mil pessoas cadastradas e mais de mil resenhas escritas. Ao contrário do Elogie Aki, o Kekanto, que está desde março no ar, é uma espécie de rede social com integrantes que podem interagir uns com os outros.

“É um boca a boca. Além de ter o componente da recomendação, tem o componente social. O site conta com as ferramentas das redes sociais. Os usuários podem convidar amigos, adicionar pessoas, trocar mensagens e comentários e criar listas de interesses”, conta Okumura, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Convencer os consumidores a elogiar é desafio

O grande desafio tanto para o Elogie Aki, quanto para o Kekanto, está em atrair os consumidores para que contem suas boas experiências com as marcas, já que é muito mais fácil que o internauta esteja motivado a falar mal delas. “O interessante é que os criadores souberam aproveitar uma das principais características das redes sociais, que é a colaboração voluntária”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise de mídia gerada pelo consumidor, em entrevista ao Mundo do Marketing.

É importante que as companhias se antecipem e estejam presentes em todos os canais. “As marcas hoje têm dois grandes desafios: saber o que se fala sobre elas e gerar algum tipo de estratégia e ação a partir do que é falado. É importante saber como cada área participará dentro das redes sociais com SAC, Marketing, comunicação corporativa e desenvolvimento de novos produtos”, aponta Barbosa Lima.

O Grupo West Coast, que detém as marcas West Coast  e Cravo & Canela, percebeu a importância de criar e estreitar um relacionamento na internet para gerar o tão falado boca a boca. A empresa criou para este ano uma série de ações com foco em mídia social. A primeira delas já está no ar. Os novos sites das marcas, criados pela DW Comunicação, possuem um elemento de integração com as redes sociais.

Listas de Desejos promovem marcas

Nos endereços, os consumidores encontram a ferramenta Lista de Desejos. A partir dela, é possível divulgar os modelos de sua preferência em seus perfis no Twitter, Orkut e Facebook por um widget gerado pelo site. Todos os meses, aqueles que tiverem a lista mais clicada ganham o modelo preferido. A ação incentiva os consumidores a promoverem as marcas que ganham visibilidade em toda a rede de amigos. Em 20 dias, já foram criadas mais de 2.500 listas.

“O ambiente on-line está sendo valorizado e evoluindo de uma maneira que exige que estejamos presentes antes de todo mundo. O objetivo da West Coast é criar uma navegação 360º, em que as marcas estejam em qualquer meio. Queremos gerar conversação com o público para criar relacionamento e fidelizar”, explica Fábio Steffen, Coordenador do Núcleo Digital do Grupo West Coast, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O Kekanto também promove ações para incentivar e engajar os consumidores. Atualmente, o site premia a melhor resenha com um iPod. Além disso, os participantes da rede recebem escudos que mostram o quanto contribuíram para a rede social e que tipo de resenha normalmente cada usuário costuma escrever. Entre os serviços mais comentados no endereço, que já recebe 17 mil visitas diárias, estão os de entretenimento como bares, baladas e restaurantes.

Natura, Submarino e Estrela são as mais elogiadas


Já o Elogie Aki conta com divulgação na internet para motivar os consumidores a compartilharem elogios. O site conta com três blogs, duas comunidades no Orkut e cinco Twitters para promover informações positivas sobre as empresas. No site, que tem uma média de 5.200 acessos mensais e cresce 40% ao mês, os internautas também podem elogiar profissionais e, até mesmo, celebridades.

Entre as empresas mais elogiadas estão a Natura, o Submarino, a Estrela, a Saraiva e a Ultrafarma. As marcas, no entanto, não têm espaço para interagir no Elogie Aki. “Enviamos um e-mail informando que ela foi citada para que saiba o porquê e o conteúdo do elogio. Mas não queremos que haja interação para que o consumidor não seja abordado e coloque sua opinião de forma tranquila”, conta Ana.

Texto: Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing