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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Dicas de como criar um nome para o seu blog


Conseguir um nome bacana pro seu blog se assemelha ao fato de criar uma nome interessante para uma marca ou empresa. É difícil, cansativo na maioria das vezes e quase sempre alguém encontra algum defeito no resultado final. Aliás, sempre conte com mais pessoas nessa elaboração, pois é impossível você enxergar todos os problemas sozinho.
O primeiro passo na criação de um nome para um blog é certificar que ele tem ligação com o tema proposto na abordagem. Casal sem vergonha ou Papos de homem são ótimos nomes e refletem justamente o segmento que trabalham, porém sem a necessidade de serem pejorativos ou escandalosos. São nomes de fácil memorização, curtos e auto-explicativos. Outro exemplo de nome super interessante é o Brainstorm 9, que aborda o ramo da publicidade e conseguiu emplacar o B9 como sua identidade.
O nome do blog deve ser proporcionalmente semelhante à sua URL, ou seja, evite inserir termos diferentes nos 2 campos, assim como evite um nome muito extenso, pois ninguém será obrigado e se lembrar de um site do tipo nomedoseublogqueniguemiralembrar.com.br sendo que é muito mais atrativo algo comonomedoblog.com.br. Nomes curtos são mais atraentes, assim como nomes com um toque especial, do tipo Momentos Cafeinados que dão mais significado ao blog.
No mais, procure sempre seguir algumas ponderações:
  • Use nomes curtos e de fácil memorização;
  • Nomes comuns demais podem ser confundidos com outras páginas;
  • Nomes complicados atrapalham a criação de uma URL bacana;
  • Nome sem significado transmitem “preguiça” por parte do blog;
  • Procure nomes que tenham semelhança com o seu ramo de a atuação;
  • Crie mais do que um nome, crie uma identidade para o seu blog.
Sobre criar mais do que um nome, mas sim uma identidade, nós temos ótimos exemplos vindos de Portugal com o Escola Dinheiro e Escola Freelancer, que além de nomes curtos, bacanas e de fácil memorização, acabaram criando uma presença forte no segmento de blogs, tanto que até possuem a Escola Plus, que é a reunião de todos os blogs da grupo.
Vale lembrar também para sempre registrar seu blog com os domínios .com ou .com.br, ou nos dois, assim como faz o Ponto Marketing. Nada de ficar inventando de registrar domínios internacionais que só dificultam para que o leitor lembre posteriormente a terminação. Em alguns casos é bacana, como a Estrategi.ca, mas nesse caso o valor da empresa acaba equilibrando e compensando o .ca no final. No caso de um blog isso pode ser muito arriscado.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Um novo momento para o mercado: marketing político


Todos os anos e meses que antecedem as eleições, novos postos de trabalho são abertos em torno das campanhas e partidos políticos. Essa movimentação, em especial nas campanhas municipais de 2012, desperta novos horizontes para os profissionais de marketing, publicidade e relacionamento digital. Embora o marketing político digital não seja algo novo, ainda é uma área que não tem grandes destaques e grande aceitação da população.
O perfil do profissional de marketing político tem mudado. No início os responsáveis pelas campanhas – os famosos marketeiros – selecionavam simpatizantes dos partidos que detinham algum conhecimento de propaganda para auxiliar nas plataformas eleitorais. Com a ascensão das plataformas digitais, amplo  acesso às tecnologias sociais, a abertura cada vez maior para diálogos e informações surgiu a necessidade de recrutar profissionais que sabem direcionar o diálogo de um partido ou candidato para o bom resultado nas urnas.
O sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, pesquisador de política e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil, afirmou em entrevista ao portal UOL que ”as redes sociais podem ser ‘fulminantes’ na campanha política, porque notícias e denúncias podem tomar proporções muito maiores com a repercussão na internet.”
Diante dessa nova realidade a figura do marketeiro deu lugar ao estrategista da campanha online e o ideal é que as equipes se tornem cada vez mais profissionais. Por isso existe hoje a necessidade de profissionais com capacitação e conhecimentos de comunicação digital e de política, com todas as suas nuances – coisa rara de se encontrar.
Numa campanha política bem feita – num cenário que eu acredito ser utópico – com a união do on e off-line, todos ganham. A sociedade tem acesso ao candidato e pode sabatinar, ele a sua equipe, para obter respostas, conhecer seus valores e sua proposta. O partido e o candidato ganham ao se aproximar das mais diversas pessoas e públicos para expor o que tem de melhor, conhecer realidades distantes das pesquisas e até esclarecer qualquer dúvida que possa ser levantada pela oposição.
Tudo isso só é possível com a junção de alguns fatores: bons profissionais, bons políticos e boas práticas. Quando falo de boas práticas não estou falando de ideologia, mas sim de práticas e técnicas que os profissionais de marketing já aprenderam – ou deveriam – na faculdade.
Por exemplo: a estruturação da demanda de conteúdos por tema, de acordo com a análise de buscas e monitoramento de termos relacionados à campanha. Ferramentas de monitoramento e análise podem ser usadas para estudo de propostas e aceitação dos concorrentes. O uso do meio digital vai além de ser uma vitrine. É possível obter insumos para gerar insights de governo, conversas e ações para o partido, candidato e, principalmente, para a sociedade.
Temos um mercado em potencial e é positivo que nos capacitemos para atender essa demanda. Segundo a equipe da Presença Online, empresa de marketing digital que presta consultoria e ministra cursos de comunicação digital necessita de uma equipe bem estruturada de profissionais para uma campanha política. São 3 perfis básicos: o estrategista, um coordenador e os analistas.
O estrategista é o responsável por todo o planejamento da campanha, pela integração on/off e por todas as entregas da equipe. O coordenador responde pela operação e execução da rotina de campanha e os analistas devem ter foco em relacionamento nas redes, conteúdo ou monitoramento. Estrutura semelhante a das agências digitais, não é?
Participei recentemente de um curso de marketing político e reforço minha afirmação: o mercado necessita de profissionais com capacitação e conhecimentos de comunicação digital e de política. Aliar essas duas áreas de conhecimento é um bom começo para ter campanhas digitais mais eficazes e bem aceitas.
Nada desse texto é uma verdade absoluta, apenas uma opinião com observação do mercado. Quero abrir o diálogo para falar das campanhas que vemos hoje na internet e saber se você acredita nesse mercado e acredita que vale a pena se capacitar para atender essa demanda, mesmo que sazonal? Vamos conversar nos comentários sobre o cenário exposto?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Poste com moderação: veja conteúdo que, em excesso, irrita usuários do Facebook

É pouco provável que você queira ser o chato do Facebook: aquele que todos aceitam e depois cancelam a assinatura. Para não se enquadrar nessa categoria de usuários irritantes, o primeiro passo é evitar a publicação excessiva de conteúdo que pode ser cansativo.

1) Corrente. Vale para o Facebook aquilo que há mais de uma década se encaixa aos e-mails: não seja a ponte entre seus amigos e todas as tristes histórias publicadas na internet. Se quiser repassar algo, seja seletivo .

2) Pombinhos. Casais que usam o Facebook para declarar todo o seu amor, a cada oportunidade, estão na lista dos mais irritantes. O final de semana foi lindo? Amou a visita-surpresa? Então mande um torpedo para a pessoa amada (e só para ela), deixando todos os seus 347 amigos de fora disso.

3) Modinha. Praticamente toda semana um post vira o queridinho dos usuários do Facebook, sendo curtido e compartilhado muitas vezes (muitas mesmo) – recentemente, a foto acima protagonizou este fenômeno. Você pode se tornar um usuário irritante se compartilhar sempre, e ainda mais com atraso, aquilo que todo mundo já viu dezenas de vezes em sua timeline.

4) O diário do bebê. Seu filho pode mesmo ser uma linda criança (convenhamos: o caso da foto acima). Mas nem todos os usuários estão no mesmo clima que você, vibrando a cada sorriso do bebê. Por isso, pode ser interessante uma seleção das imagens  você publica só uma foto para cada 30 cliques, que tal?

5) Timaço. Nem todos no Facebook torcem para o mesmo time que você (sério!). Para sua informação, muitos deles nem gostam de futebol. Portanto, a receita aqui é torcer sem azucrinar: a internet agradece.

6) Animal de estimação. Eles são lindos, eles são fofos, mas eles são muitos. E por isso podem ser irritantes, caso o usuário abuse do Facebook como diário visual de seu bicho.

7) Estômago. A não ser que todos os seguidores sejam seus nutricionistas (qual a chance?), eles não precisam de detalhes sobre seu cardápio. Fotos de comidas deliciosas são um grande sucesso na rede, mas em excesso elas irritam (e você engorda).

8) #Mimimi. A vida tá difícil? Segunda-feira é dureza? Cansou do trânsito? Tá muito frio? Calor .demais? O táxi atrasou? Escolha qual das reclamações fazer, pois ninguém aguenta tantas queixas de um zangado em sua timeline.

9) Clique nervoso. Quase metade dos usuários do Facebook admite já ter excluído algum contato no que compartilha informações em excesso. O problema aqui não são os gatos, os bebês, as reclamações ou os joguinhos: é uma combinação disso tudo, que faz do usuário um típico chato do Facebook. Para ler sobre o estudo clique no link.

10) Novela. Partindo do princípio que menos é mais, evite colocar ab-so-lu-ta-men-te todas as fotos da última viagem: selecione as melhores. Ou pare de descrever ab-so-lu-ta-men-te todas as etapas da sua briga com a empresa de telefonia: resuma. As pessoas gostam de acompanhar novelas, mas talvez sua história não seja tão interessante quanto a da Carminha, de ''Avenida Brasil''.

11) Joguinhos. Adora os aplicativos de jogos no Facebook? Bom para você! Jogue e curta muito, mas sem divulgar a toda hora sua colocação no ranking. E também sem convidar todos para essa grande festa virtual – da qual muitos, não querem fazer parte.




quinta-feira, 5 de julho de 2012

Escreveu? Leia de novo


Erro comum é acreditar que só o que a gente põe no papel fica registrado e disponível para o futuro. Nada disso. O que se escreve na rede mundial, a internet, não apenas fica registrado como se propaga com a rapidez de um clique. Caiu na rede, lascou-se!
Aquele palavrão que você postou no facebook foi compartilhado cem vezes. A bobagem escrita no twitter foi retuitada. Você ofendeu alguém no seu blog? Às vezes, já se desculpou e foi perdoado pelo ofendido. Mas a injúria permanece incrustada nos subterrâneos da rede.
Sabendo procurar, até leite de galinha a gente localiza na internet. Então imagine como é fácil alguém encontrar comentários dos quais nos arrependemos. Foram postados sem reflexão. Como evitar isso? Cláusula pétrea: releia sempre o que você redige.
De forma alguma esse cuidado deve ser confundido com uma atitude policialesca ou castradora. O objetivo não é travar a expressão das nossas opiniões, mas sim qualificá-las. Pois no mar sem fim que a rede mundial se tornou, o peixe de ouro é a relevância.
Realmente não importa se você escreve sobre aviação, literatura, culinária, apicultura, corte e costura, sexo dos anjos, cinema, política, cervejas. Há algumas dicas-baliza para tornar o seu conteúdo relevante.
Esqueça o copie-cole. Essa má prática fará você ficar igual a um milhão de outros. Não abrace temas só porque estão na moda. Alguém já disse: "O problema da moda é que ela nasce para deixar de ser moda". Ponha fé no seu ponto de vista, mesmo que ele seja um patinho feio.
Lembre-se de checar os dados. Não saia por aí escrevendo que a capital da Turquia é Istambul. Negativo. É Ancara! Nem invente que John Lennon trocou e-mails com Yoko Ono. O músico foi assassinado em 1980, antes da difusão da internet.
Use e abuse da sinceridade. Escreva sobre assuntos ou sentimentos nos quais acredita. Ponha 50% de paixão e 50% de razão nos seus argumentos. Todo escrevinhador quer flechar o coração do leitor. A questão é que os leitores sabem quando leem algo falso ou forçado. Portanto não os subestime.
Saia da gaveta. Marque presença. Participe. Opine. Dialogue. Mas faça tudo com responsabilidade. Afinal o que a maioria quer, com fervor, é uma internet rápida, abrangente, democrática, diversa e qualificada.