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segunda-feira, 25 de abril de 2011

10 sugestões para usar as redes sociais com eficiência

Com a mania atual das redes sociais, o tempo fica curto para ingressar em todas elas. Constantemente surgem novidades na web e mal sabemos o que atualizar ou quando fazê-lo. Essas questões podem ser decisivas para a participação eficiente de um indivíduo em uma rede. Hoje, imagem e influência nas redes sociais definem a proximidade de um usuário com os demais nesses espaços.

Para ajudar na manutenção das boas relações dentro das redes, veja abaixo 10 dicas para aumentar sua influência e realmente fazer amigos nas redes sociais.

 

 

1. Seja o que você é, mas também seja o que o outro quer que você seja. A harmonia disso garante o bom uso.

Nas redes sociais as impressões sobre um usuário podem ser muito subjetivas. Muitos podem te amar e te odiar da mesma forma que você tem sua visão própria de sua participação nesse espaço. A questão é não esquecer que as redes sociais (qualquer uma!) são vias de mão dupla na qual qualquer tweet, comentário, postagem, recado ou atualização terá alguma influência em seus leitores, seguidores, amigos e nos demais usuários.

2. Compartilhamento de conteúdo através das redes nem sempre é benéfico. Olha o que você posta por aí, onde todo mundo vê.

Cada usuário da web gosta de algum tipo de conteúdo. Para agradar não é preciso postar tudo sobre tudo em seus espaços. Defina temas e metas desse compartilhamento de links. Não se torne um “ser duvidoso de origem desconhecida”.

3. Alcance o impossível, mostre os erros, conheça o desconhecido e a Web mudará para você.

Sabe aquela história de que algumas pessoas são intocáveis? Pois é, nas redes sociais não tem muito isso não. A intervenção (necessária) de usuários da web pode alterar o fluxo e o tipo de informação dada. Isso te dá o poder de gerar informação, não apenas de consumi-la.

4. Interatividade é a base das relações em redes. Lembre-se que não está só na internet e busque crescer com o que virá.

Ouvir (ou ler se for o caso), gerenciar a atenção recebida e repassada, buscar comunicar-se (e não apenas falar) são práticas comuns na vida real e que se tornam muito necessárias nas redes sociais. Não seja o “senhor popular” no mundo real e um “Deus” de imagem oca no mundo virtual. Saiba conciliar tudo e valorize todas as imagens pensadas de você.

5. Guarde alguns comentários para si mesmo. Nem todos devem ser expostos.

Já pensou que tudo o que você pensasse sua boca se abrisse e falasse? Muito chato isso, não? Então, por que fazer isso nos seus perfis nas redes sociais?

6. Mais vale 140 caracteres bem digitados que 140 caracteres num português ilegível.

É muito ruim receber uma mensagem ilegível ou incompreensível. Nas redes sociais, é possível sim ser simples, bem compreendido e ainda escrever numa língua conhecida. Lembre-se que todo mundo vê o que você publica!

7. Nem tudo que cai bem no Twitter cai bem no Facebook e vice-versa.

Muita gente que sincroniza suas redes por softwares para facilitar a atualização dessas duas e outras (como o Buzz, o FourSquare e afins), possui um hábito meio chato: postam tudo em tudo. Alguns assuntos e conteúdos deveriam ser exclusivos de uma determinada rede social.

8. Sincronia é a base para atualizar, não é tudo.

Tudo junto e misturado. Compensa a falta de tempo, mas será que um tempinho para compartilhamento em cada um dos seus perfis em suas redes sociais não daria a cada um deles uma feição única?

9. Observe posts, comentários, fotos e tweets antes de entrar num assunto. Verifique as fontes para fazer um comentário sólido.

Muitos conhecem os famosos penetras, não é mesmo? Pois saibam que, em redes sociais, vez ou outra todos nós somos penetras. Mas do que adianta ser um penetra se você não souber o que está acontecendo?

10. Facebook não é só joguinhos nem comentários, assim como Twitter não é só twittar. Não se ganha influência apenas por isso.

Hoje redes sociais não se baseiam apenas na necessidade de ver, mas na necessidade de ser visto e de influenciar quem te ver a pensar de uma forma parecida com a sua. Sem isso, não há opinião, discordância nem concordância entre pensamentos.

*Marcos Rodrigues é estudante de Jornalismo, amante de redes e mídias sociaise acredita no novo meio de interação.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Boca a boca virtual também pode ser positivo para marcas

Uma coisa que a Internet trouxe, seja para o bem ou para o mal, é a oportunidade de tomarmos conhecimento da conduta das empresas em relação aos seus consumidores. Antes da existência de sites como o "Reclame Aqui", um consumidor insatisfeito podia escrever uma carta para os jornais, essa reclamação tinha seu impacto, mas ao longo de algum tempo desaparecia da memória da maioria. Isso permitia que novos consumidores fossem apanhados nas redes de empresas ruins pelos mesmos problemas. 

Hoje uma rápida busca no Google pode revelar como uma empresa vem tratando seus clientes e administrando o relacionamento com eles. A informação está na rede acessível e preservada, basta um clique do seu mouse. Forma de fiscalização maior não pode existir! Por isso, seja virtualmente ou não, trate bem o seu cliente hoje, pois na memória da Web sempre cabe mais uma história para contar....

Ana Martins

Consumidores compartilham boas experiências em sites
como Elogie Aki e o Kekanto

Definitivamente, a internet virou uma espécie de trombone para os consumidores insatisfeitos que querem ser ouvidos pelas empresas. Diariamente, comunidades no Orkut, perfis no Twitter, blogs, fóruns e sites como o Reclame Aqui e o Reclamão.com disparam pela web reclamações e críticas direcionadas às mais variadas marcas.

A boa notícia para as empresas é que os internautas agora começam a se interessar em elogiar e passar uma imagem positiva de marcas, serviços e produtos no meio virtual. Iniciativas como o
Elogie Aki e o Kekanto ajudam a incentivar os consumidores a compartilharem suas boas experiências de compra.

Boca a boca virtual positivoO Elogie Aki surgiu depois que Ana Fontes (foto) e Gildo Henrique perceberam que só existiam canais virtuais para que os consumidores falassem mal das marcas. A partir daí, os sócios tiveram a ideia de criar um espaço para que as empresas fossem reconhecidas por suas qualidades e pelo seu bom desempenho.
“Acreditamos na forma positiva do consumo. A reclamação motiva as empresas a mudarem, mas o elogio e o reconhecimento ajudam a manter as boas atitudes”, acredita Ana Fontes, Diretora do Elogie Aki, em entrevista ao Mundo do Marketing. O site foi lançado em maio de 2009, depois de seis meses de projeto, e hoje conta com mil cadastrados e cerca de mil elogios.

Recomendação e integração social

O Kekanto nasceu com um propósito um pouco diferente do Reclame Aki, mas também reúne elogios e qualidades de empresas, produtos e serviços de categorias diversas. Observando que, na construção civil, a contratação de um serviço era feita normalmente pelo boca a boca, os estudantes da USP Bruno Yoshimura e Fernando Okumura (foto abaixo) decidiram facilitar o processo e criar uma espécie de boca a boca virtual em que os consumidores pudessem encontrar resenhas para facilitar e acelerar a decisão.O Kekanto nasceu com um propósito um pouco diferente do Reclame Aki, mas também reúne elogios e qualidades de empresas, produtos e serviços de categorias diversas. Observando que, na construção civil, a contratação de um serviço era feita normalmente pelo boca a boca, os estudantes da USP Bruno Yoshimura e Fernando Okumura (foto abaixo) decidiram facilitar o processo e criar uma espécie de boca a boca virtual em que os consumidores pudessem encontrar resenhas para facilitar e acelerar a decisão.

Boca a boca virtual positivoO que a princípio seria um site focado apenas no segmento de construção civil, hoje tem 27 categorias, mil pessoas cadastradas e mais de mil resenhas escritas. Ao contrário do Elogie Aki, o Kekanto, que está desde março no ar, é uma espécie de rede social com integrantes que podem interagir uns com os outros.

“É um boca a boca. Além de ter o componente da recomendação, tem o componente social. O site conta com as ferramentas das redes sociais. Os usuários podem convidar amigos, adicionar pessoas, trocar mensagens e comentários e criar listas de interesses”, conta Okumura, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Convencer os consumidores a elogiar é desafio

O grande desafio tanto para o Elogie Aki, quanto para o Kekanto, está em atrair os consumidores para que contem suas boas experiências com as marcas, já que é muito mais fácil que o internauta esteja motivado a falar mal delas. “O interessante é que os criadores souberam aproveitar uma das principais características das redes sociais, que é a colaboração voluntária”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise de mídia gerada pelo consumidor, em entrevista ao Mundo do Marketing.

É importante que as companhias se antecipem e estejam presentes em todos os canais. “As marcas hoje têm dois grandes desafios: saber o que se fala sobre elas e gerar algum tipo de estratégia e ação a partir do que é falado. É importante saber como cada área participará dentro das redes sociais com SAC, Marketing, comunicação corporativa e desenvolvimento de novos produtos”, aponta Barbosa Lima.

O Grupo West Coast, que detém as marcas West Coast  e Cravo & Canela, percebeu a importância de criar e estreitar um relacionamento na internet para gerar o tão falado boca a boca. A empresa criou para este ano uma série de ações com foco em mídia social. A primeira delas já está no ar. Os novos sites das marcas, criados pela DW Comunicação, possuem um elemento de integração com as redes sociais.

Listas de Desejos promovem marcas

Nos endereços, os consumidores encontram a ferramenta Lista de Desejos. A partir dela, é possível divulgar os modelos de sua preferência em seus perfis no Twitter, Orkut e Facebook por um widget gerado pelo site. Todos os meses, aqueles que tiverem a lista mais clicada ganham o modelo preferido. A ação incentiva os consumidores a promoverem as marcas que ganham visibilidade em toda a rede de amigos. Em 20 dias, já foram criadas mais de 2.500 listas.

“O ambiente on-line está sendo valorizado e evoluindo de uma maneira que exige que estejamos presentes antes de todo mundo. O objetivo da West Coast é criar uma navegação 360º, em que as marcas estejam em qualquer meio. Queremos gerar conversação com o público para criar relacionamento e fidelizar”, explica Fábio Steffen, Coordenador do Núcleo Digital do Grupo West Coast, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O Kekanto também promove ações para incentivar e engajar os consumidores. Atualmente, o site premia a melhor resenha com um iPod. Além disso, os participantes da rede recebem escudos que mostram o quanto contribuíram para a rede social e que tipo de resenha normalmente cada usuário costuma escrever. Entre os serviços mais comentados no endereço, que já recebe 17 mil visitas diárias, estão os de entretenimento como bares, baladas e restaurantes.

Natura, Submarino e Estrela são as mais elogiadas


Já o Elogie Aki conta com divulgação na internet para motivar os consumidores a compartilharem elogios. O site conta com três blogs, duas comunidades no Orkut e cinco Twitters para promover informações positivas sobre as empresas. No site, que tem uma média de 5.200 acessos mensais e cresce 40% ao mês, os internautas também podem elogiar profissionais e, até mesmo, celebridades.

Entre as empresas mais elogiadas estão a Natura, o Submarino, a Estrela, a Saraiva e a Ultrafarma. As marcas, no entanto, não têm espaço para interagir no Elogie Aki. “Enviamos um e-mail informando que ela foi citada para que saiba o porquê e o conteúdo do elogio. Mas não queremos que haja interação para que o consumidor não seja abordado e coloque sua opinião de forma tranquila”, conta Ana.

Texto: Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

terça-feira, 19 de abril de 2011

Games um investimento de sucesso para as marcas

O mercado de games a cada dia está mais consolidado como espaço de investimento para as marcas, seja através das redes sociais ou com a utilização de espaços publicitários no próprio game. Como tudo no marketing digital, a questão é estratégia na utilização. É fundamental manter o link entre público-alvo, mensagem e produto. No vídeo confira os comentários de diversos profissionais da área durante a quinta edição do ProXXIma Pocket em São Paulo, que discutiu o tema "Games um investimento de sucesso para as marcas".

Como debatedores estiveram presentes Carolina Wagner, advertising & research manager da Goodyear Latin America, Miguel Dorneles, gerente de produtos e operações de publicidade online na Fox do Brasil, e Mitikazu Lisboa, CEO da Hive. O evento foi mediado por Pyr Marcondes, diretor da ProXXIma, plataforma digital do Grupo M&M e patrocinado pela Gazeta do Povo, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM), pela agência AG2 Publicis Modem e pelo portal Veja.com.

Ana Martins

Veja também: Marketing e Games sociais

Que a internet já faz parte da vida das pessoas, todo mundo já sabe, mas o que nem todo mundo sabe é que a cada dia as oportunidades de negócio que surgem a partir dela se renovam.

Uma destas oportunidades são os games sociais, ferramenta que já conquistou mais de oitenta milhões de pessoas em todo o mundo e que aumenta sua popularidade a cada dia. Um dos possíveis motivos para a ascensão desta mídia diz respeito à diversão, importante ingrediente do marketing digital, e à sua linguagem, que trabalha em sintonia com as redes sociais.

Os games tradicionais geram receita a partir da sua venda, já os sociais exigem um envolvimento contínuo com os usuários e constante inovação, por isso tem menos perfil de produto final e sua rentabilidade está na prestação de serviços. Na maioria dos casos, são distribuídos gratuitamente, com uma rentabilidade prevista para durante o seu uso.

A maneira mais tradicional de entrada de receita é a venda de um dinheiro fictício, que pode ser usado dentro do jogo para aquisição de produtos exclusivos, fases secretas, etc. Com alguns centavos qualquer usuário pode comprar um item para dar de presente para um amigo ou uma vaca leiteira que irá duplicar a produção de leite da fazenda. Como os valores envolvidos são bem baixos, possuem uma alta adesão dos usuários.

Com o grande número de usuários, muitas empresas começam a utilizar o patrocínio destes jogos como mais uma oportunidade para divulgar suas marcas, fixar conceitos e ideias. Existe uma infinidade de opções de publicidade para este fim. Além de um outdoor no ambiente virtual ou um banner no topo da tela, pode-se utilizar também o cenário do próprio jogo. Como um exemplo interessante, temos a ação da Lacta, que distribuiu misteriosos ovos azuis no game Fazendinha e alguns dias depois brotaram pés de chocolate Bis.

Um dado importante sobre o sistema de games sociais é que cerca de 30% dos usuários do Facebook jogam algum game social como Farmville ou Mafia Wars. Juntos, eles formam um mercado anual de “produtos virtuais” de 1,6 bilhão de dólares, distribuídos entre bens e serviços vendidos dentro do jogo.
Assim, aliar marcas a games sociais é certamente um bom negócio. Além de atrair e conquistar o cliente através da interatividade pode despertar o interesse do consumidor para as demais áreas de conteúdo disponibilizadas pela empresa patrocinadora.

O crescimento do marketing em games e para gamers