Pesquisar este blog

terça-feira, 7 de maio de 2013

A importância das cores no marketing digital


Não é novidade para ninguém que grande parte dos consumidores virtuais avalia a qualidade do e-commerce através do design. Portanto, utilizar a cor correta, de acordo com público-alvo, pode aumentar o reconhecimento da marca. Entretanto, antes de supor é preciso conhecer. E um estudo desenvolvido pela university of british columbia é um bom exemplo de um mapeamento das áreas afetadas do cérebro e a reação do comportamento em relação às cores.
Não há diferença entre o online e off-line para definir esse mapeamento, mas o planejamento de uma campanha online deve levar em conta as percepções diferentes em relação ao layout de um produto. Vale considerar que o ambiente virtual ainda é, para grande parte da população, uma incógnita e apesar de termos nos tornado seres virtualmente consumistas (inclusive pelo acesso mobile), ainda não é um ambiente que garante 100% de confiabilidade.

Entretanto, um fator é importante a ser considerado: não significa que por estar ligada à credibilidade, a cor amarela deve ser usada em todas as lojas online. O planejamento é, mais uma vez, o principal responsável pelo sucesso de uma campanha. Um site que vende produtos de saúde, por exemplo, passa muito mais credibilidade se for azul ou verde do que amarelo.
Portanto, esse estudo de cores, como vários outros estudos, pode ser usado como base e reforço para uma campanha online, mas a criação não deve se prender a isso. Não há receita pronta para uma campanha de sucesso, mas sim um planejamento de riscos e possibilidades adotando algumas estratégias já conhecidas.

Redes sociais

As redes sociais possibilitam a personalização de um perfil ou empresa, como é o caso do Facebook, mas a cor matriz não é alterada, porque uma rede social também é um negócio lucrativo para quem a desenvolveu e ela precisa manter uma identidade para todos os usuários. Entretanto, a escolha de postagem de fotos também pode estar associada à imagem acima. Se quiser fazer uma provocação sentimental em uma campanha, por exemplo, ela pode auxiliar na criação.
Use e abuse do conhecimento para promover campanhas mais assertivas!

Redes sociais x mídias sociais x mídias digitais


Quando falamos em marketing digital, é comum surgirem dúvidas a respeito dos conceitos de mídia digital, mídia social e redes sociais existindo, inclusive, confusão entre estratégias e plataformas. Para entender cada um desses termos é preciso conhecer algumas definições básicas que os diferem.
Redes são pontos de conexão. Redes sociais são, então, qualquer reunião de pessoas ou empresas que se unem em função de interesses em comum. Portanto, uma reunião de família ou uma sala de aula são redes sociais. A existência de redes sociais independe de tecnologia. O que ocorre é que a tecnologia mudou a dinâmica e a abrangência das redes sociais, que com a evolução tecnológica passaram a aproximar empresas e clientes de forma rápida e interativa, que não teria sem a tecnologia. Isso quer dizer que os famosos Orkut, Facebook e Twitter não são redes sociais, mas sim plataformas (digitais) de redes sociais.
Agora fica mais fácil entender o termo “mídia social”, que é a difusão de conteúdo fora dos meios de comunicação em massa, ou seja, os conteúdos gerados e compartilhados pelas pessoas nas redes sociais (digitais ou não!). Com isso, entende-se que mídia digital é toda a mídia controlada por plataformas com a lgum elemento tecnológico, como games ou outdoors eletrônicos, por exemplo.
Isso é facilmente exemplificado se pensarmos em um jornal que possui versão impressa e versão online. Um anúncio na versão impressa está sendo veiculado em uma mídia tradicional. Já um anúncio no mesmo jornal, porém na versão online, está utilizando uma mídia digital. Portanto, é exatamente a plataforma de veiculação que definirá se a mídia é digital ou tradicional.

domingo, 31 de março de 2013

Dicas de como se tornar um profissional de marketing digital


Neste artigo, gostaria de falar um pouco sobre a função do marketing digital e dar algumas dicas para quem pretende entrar na área. São oportunidades que podem fazer de você um profissional autônomo bem sucedido, ou ser empregado em uma grande empresa, tudo através do trabalho de otimização de site. Em um primeiro momento, falando em questão salarial, pode até saltar aos olhos dos mais empolgados, já que a faixa chega a R$ 17 mil.
O primeiro ponto para entrar nesse mercado – e talvez seja o de fundamental importância – é já ter um tempo de experiência. Um diploma de comunicação social ou marketing ajuda bastante a encher os olhos das empresas que estão à caça no mercado. O profissional de marketing precisa entender de métricas e técnicas de mensuração. É preciso estudo, análise de ferramentas e das linguagens técnicas utilizadas nesse meio para conseguir ter sucesso no que almeja.
Para isso, é preciso ter uma marca pessoal forte, formando uma rede de contatos interessante. Procure não banalizar o espaço online que possui com conteúdos de baixa qualidade, que não tenham qualquer tipo de informação.
Agora escolha um caminho. Existem vários a serem seguidos no marketing  A experiência em uma agência digital pode ser enriquecedora e uma ótima opção para começar antes de buscar o que realmente se procura. compareça a congressos e encontros. É fundamental para um profissional do marketing digital conhecer pessoas físicas. O mundo online traz dinheiro, mas o real é o que aproxima as partes. Networking é vital.
Mantenha-se atualizado, sempre. Não esqueça que o marketing digital muda, transforma-se de uma hora para outra constantemente. Por isso, é necessário que você seja visionário, tenha ideia em mente de que precisa se nutrir de informações todos os dias. Lógico, para encabeçar uma campanha de marketing digital você precisa entender o que está fazendo. Não há a necessidade de codificar programas ou construir websites. O conhecimento pode ser básico sobre web, HTML, linguagens de programação, porém são fundamentais para que você conheça seus limites e as oportunidades que terá pela frente.
Agora um ponto fundamental é a sua curiosidade e a paixão que você terá pelo que está fazendo. Pessoas interessadas são capazes de inovar, de identificar e ditar tendências. É o que difere as ações suas ou de uma empresa. Profissionais interessados alavancam qualquer projeto. E apesar de viver do mundo online, o profissional do marketing digital também precisa estar ciente que precisa de um tempo “offline”. Por isso, trate de definir seus limites. Procure não somente sair do computador como manter uma atividade física saudável como contraponto.
Por Michel Oliveirablogmidia8.com

Atenção aluno!
Acesse os "comentários" abaixo e veja as instruções para
 realizar seu ESTUDO ORIENTADO para a A1.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Governo finaliza projeto que regula a exploração de dados pessoais


Suas informações pessoais são suas e só você pode permitir que elas sejam exploradas para fins comerciais. Essa é a essência do projeto de lei para regulamentar e proteger o uso dos dados dos brasileiros que acaba de ser finalizado pelo governo federal.

A proposta, enviada em janeiro à Casa Civil e prevista para chegar ao Congresso nas próximas semanas, cria o Conselho Nacional de Proteção de Dados. Ou uma espécie de "Procon dos dados pessoais", como define Juliana Pereira, titular da Secretaria Nacional do Consumidor, braço do Ministério da Justiça que conduz o projeto.


















Caberá a esse conselho zelar pelos padrões mínimos de segurança para o tratamento de dados e receber denúncias. Poderá ainda aplicar punições a quem usar indevidamente informações alheias.

Em estudo desde o início de 2012, a proposta passou por consulta pública e, além da Justiça, teve colaboração dos ministérios das Comunicações, do Desenvolvimento, da Fazenda e da Ciência e Tecnologia e do Banco Central.

O IMPACTO DA WEB

Inspirado na legislação da União Europeia, o projeto de lei surge em um cenário de forte crescimento do comércio eletrônico e das redes sociais no Brasil, segmentos que usam massivamente dados pessoais. São razões que motivam o esforço do governo, explica Juliana Pereira.

"Na sociedade da tecnologia, da informação e do consumo, o indivíduo é o que está registrado sobre ele", diz a secretária. "A proteção à privacidade é constitucional. O que estamos regulamentando é a privacidade do consumidor com relação aos seus dados pessoais", completa.

O projeto estipula que os dados pessoais só podem ser utilizados para fins comerciais com a autorização do titular, que poderá revogá-la quando quiser. Também será possível pedir o "habeas data", ou seja, requerer acesso às informações arquivadas.

No momento em que os dados forem cedidos pelo titular, no ato do cadastro em uma loja física ou virtual e em redes sociais, por exemplo, a empresa deverá informar como os utilizará, quem fará o processamento e a quem tem intenção de transferi-los.
Ou seja, se o projeto for aprovado, serviços como Facebook, Google e Twitter terão de adaptar suas políticas de privacidade às novas leis.

Casos de acesso indevido a informações e falhas de segurança nos bancos de dados que comprometam a privacidade deverão ser comunicados ao conselho de proteção, que poderá desde proibir a guarda de dados a multar empresas infratoras em até  20% de seu faturamento bruto.



















ATRASO NACIONAL

O atraso do país nesse tema chama a atenção. No G-20 (grupo das economias mais ricas e dos principais emergentes), só o Brasil não possui leis sobre dados pessoais.
No continente, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai também têm regras. Segundo Juliana Pereira, a movimentação do país atraiu o interesse das agências reguladoras da Espanha e dos EUA.

As entidades vieram saber de que forma agirá o conselho de proteção, pois o projeto prevê que os dados de brasileiros só poderão ser transferidos a países que tiverem política de privacidade estabelecida ou a locais que receberem a autorização do órgão.























HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA