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sábado, 6 de agosto de 2011

A maldição do pônei da Nissan "viralizou" nas redes sociais

Quem aí não fica com aquela musiquinha na cabeça, depois de ver o comercial na televisão? Pois é acho que todos! Os "pôneis malditos" da Nissan viraram febre nas redes sociais, não saem dos trending topics no Twitter e caminham para 2 milhões de visualizações no Youtube. Veja aqui a versão produzida para internet e cuidado para não ser apanhado pela maldição dos pôneis!

Repercussão dos pôneis malditos nas redes sociais. Confira os números!!

Estratégia publicitária controversa motiva criação de 500 comunidades no Orkut e inúmeras citações em Facebook e Twitter.

Quase um ano após dar início a uma polêmica estratégia de marketing que ataca concorrentes e usa o sarcasmo e o bom-humor para dar visibilidade a seus modelos, a Nissan alcança com "Pôneis Malditos" o maior buzz até então. Lançada há menos de uma semana e investigada pelo Conar, a campanha foi apontada pela montadora como uma das mais comentadas em blogs e redes sociais, superando cowboys de posto, engenheiros rappers e até "o funk das formigas".

Ainda não houve tempo suficiente para comprovar se os coloridos animaizinhos surtiram grande efeito nas vendas, mas a diferença já pode ser sentida: "Tivemos um aumento significativo no fluxo de nossas concessionárias no fim de semana da estreia do filme", diz Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan do Brasil.

Um levantamento feito pela própria Nissan e divulgado com exclusividade a EXAME.com aponta que, até a tarde de ontem, a campanha já havia sido comentada em mais de 640 blogs, além de ter sido assunto em dezenas de sites e mais de 80 fóruns. No Youtube, só o vídeo oficial já passou de seis milhões de visualizações até então.

Confira os números:
Orkut
499 comunidades criadas. A maior delas conta com mais de 64.000 membros.
Mais de mil tópicos citam os pôneis malditos.

Twitter
Mais de 178.000 menções desde sexta-feira (29)
Oito perfis criados no Twitter. O maior deles conta com mais de 12.154 seguidores.
Ao total, 34.000 usuários seguem os perfis dos pôneis malditos.

Blogs
Mais de 640 posts, além de dezenas de notícias em portais de comunicação.

Fóruns
Mais de 80 posts

Facebook14 grupos foram criados. O maior deles conta com mais de 1.800 membros.
7 páginas foram criadas.
25 perfis foram criados com o nome Pôneis Malditos
9 eventos foram criados. O maior deles conta com mais de 10.050 convidados.
140.042 views do vídeo partiram do Facebook.

YouTube
1.010 vídeos, entre remixes e reproduções da campanha, foram postados.
O vídeo oficial conta com 6.313.664 views e 17.206 comentários.
O vídeo foi favoritado mais de 7.000 vezes.

Tumblr
Mais de 81 posts referentes à campanha. O mais popular conta com mais de 33.600 notas (reblogs).

Audiência potencial (Twitter e Facebook)
99.691.148 pessoas devem ser impactadas pela campanha.

Fonte: veja.abril.com.br


sexta-feira, 8 de julho de 2011

As redes sociais estão realmente matando os blogs?

Um artigo do New York Times vaticinou que os blogs estão perdendo espaço para as redes sociais. Trata-se de uma meia verdade: de 2006 a 2009, a atividade de blogar caiu pela metade entre os adolescentes de 12 a 17 anos; atualmente, apenas 14% destes adolescentes têm um blog. Entre os jovens de 18 a 33 anos, 2% deixaram de manter um blog em relação aos anos anteriores. Entretanto, apesar do que nos dizem os resultados da pesquisa da Pew Report, houve um aumento de 25% de adultos blogando em relação ao período estudado. Esta previsão – a morte dos blogs - ronda a web desde o surgimento do Facebook e do Twitter. Da mesma forma que pensaram que a televisão "mataria" o cinema e a internet aniquilaria todas as outras mídias, não acredito nesta verdade apocalíptica.

Vejamos alguns dados que embasam minha opinião:
- São nos blogs que as melhores discussões acontecem;
- Os blogueiros usam outras ferramentas de redes sociais para atrair mais leitores para seus blogs;
- Os blogs são as únicas mídias que ajudam os usuários a serem encontrados, juntamente com seus textos, vários dias depois de publicados;
- A utilização de blogs está crescendo entre adultos maiores de 34 anos - os internautas de 34 a 45 anos fizeram com que os blogs tivessem um crescimento de 6% em relação a 2008 e 2009. Entre os de 46 a 55 anos, o crescimento foi de 5%, enquanto que entre os "coroas" de mais de 65 anos houve um crescimento de 2%.

Por falar em números, li na coluna da Andréa Dunningham – Mercado Digital – que a ComScore, empresa de pesquisas do universo da web, divulgou um estudo no início de fevereiro que revela um crescimento de internautas no Brasil justamente entre os mais velhos (entre 45 e 54 anos) e que a audiência dos blogs, em particular, é 21 pontos maior do que o restante do mundo (71% contra 50% da média dos outros países).

Segundo Elisa Camahort Page, co-fundadora do site BlogHer, "Se você está buscando uma conversa com conteúdo, você procura um blog. Ninguém achará o mesmo no Facebook ou nos 140 caracteres do Twitter ".

Aparentemente, Toni Schneider, da empresa Automattic, concorda com a afirmação de que os blogueiros utilizam as ferramentas das mídias sociais para promoverem seus próprios blogs. Ele disse que esses "escritores" virtuais usam com frequência tanto o Facebook quanto o Twitter para badalarem seus sites e aumentarem sua audiência. Não se trata de competição entre mídias, como se pode pensar, mas de um complemento das mesmas. "Há muita fragmentação", afirma Schneider, "mas, neste ponto, qualquer um que leve seu blog a sério está usando vários tipos de mídia para aumentar seu tráfego".

Em seu artigo no NYT, o articulista Verne Kopytoff não cita que os blogs são ótimas ferramentas de marketing. Se você procurar alguma validação sobre este tópico, poderá perceber que o blog proporciona uma exposição que, nem o Facebook, nem o Twitter, oferecem. Eis os motivos:
- blogs ajudam as pessoas (clientes, fãs, consumidores) que não o conhecem a descobri-lo.
- blogs reforçam sua marca para os indivíduos que talvez já tenham ouvido falar de você, mas ainda não tenham feito contato.
- blogs auxiliam a manter sua audiência atualizada para que possam compartilhar informações com outros leitores que, potencialmente, tenham interesse em você ou em sua marca.

Poderíamos dizer que o correto seria dizer que os blogs estão em declínio entre os jovens - e somente entre os jovens - pois sua queda mais significante se deu entre adolescentes. O que interessa para essa garotada é manter-se em contato com os amigos e familiares - coisa que o Facebook faz com extrema competência. Apesar do título pessimista da matéria do NYT, trata-se muito mais de uma mensuração de dados de uma pesquisa do que o anúncio da morte dos blogs. Mas, para alguém (como eu), com mais de 34 anos, devo dizer que nada me faz sentir tão obsoleta do que perceber que os hábitos e comportamentos de várias gerações - Geração X, jovens Boomers e Boomers mais velhos - não contam, em relação ao que fazem os teens.

O fundador e desenvolvedor do Wordpress, Matt Mullenweg, considerou alguns pontos da reportagem: "O título provavelmente foi escrito por um editor, e não pelo autor, porque logo que o artigo trata dos dois adolescentes que preferem o Facebook aos blogs, as estatísticas mostram o crescimento de todos os principais serviços de blog – mesmo o Blogger, cujos número de visitantes globais únicos cresceu 9% ( 323 milhões de pessoas), "o que significa que cresceu cerca de seis Foursquares só no ano passado (no mesmo período, WordPress.com cresceu cerca de 80 milhões de visitantes únicos de acordo com o QuantCast)." Na realidade, o Wordpress teve mais de seis milhões de blogs criados somente em 2010 e suas pageviews cresceram em 53%.

Uma boa metáfora é fazer a seguinte comparação: blogs são o jantar, enquanto o Facebook e Twitter são a sobremesa. Todo mundo adora sobremesa, porque é doce e sexy. Isto é particularmente verdade quando se trata de crianças, que irão apressar o jantar ou não comê-lo em absoluto, porque estão muitos animados com a guloseima. De certa forma, seu comportamento sobre a sobremesa explica o seu (não) interesse em blogs. Eles preferem o Twitter ou o Facebook.

Como é estabelecido cada vez que este debate surge, blogs e sites de mídias sociais como o Facebook e o Twitter se complementam. Fim da história. Sem blogs, as pessoas teriam menos conteúdo interessante para compartilhar no Facebook e no Twitter. Sem o Facebook e o Twitter, os blogueiros teriam mais dificuldade em conseguir os leitores.

 

Por Cláudia Valls 

*Cláudia Valls é analista de mídias sociais e colaboradora do iDigo – Núcleo de Inteligência Digital, que promove cursos e realiza consultorias sobre o uso corporativo da web.
  

Wordle: MKT DIGITAL

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Três erros na gestão de conteúdo para marcas no mundo digital

Não conversar com as pessoas, não ter visibilidade e começar pela plataforma são os principais.
É uma realidade sem volta: as marcas viraram mídia e algumas delas estão desenvolvendo conteúdo para se aproximar de seus clientes e potenciais consumidores. Já é um grande passo, mas é preciso ir além. Principalmente no ambiente digital. A cada dia que passa há novos sites, blogs, twitters, fanpages, aplicativos, perfis com vídeos no YouTube e comunidades. E a cada hora nascem novos erros. Muitos. Todos com relevância e que, juntos, são responsáveis por projetos que acabam não cumprindo seu objetivo principal: vender.
O primeiro erro é começar o desenvolvimento de conteúdo pela plataforma. “Vamos fazer um blog? Uma fanpage? Criar vídeos? Temos que entrar no Twitter”. Sim, mas qual é o objetivo estratégico da empresa que será contemplado com esta ferramenta? A que ele vai servir? Como será a mensuração? A quem será dirigido, especificamente? Para toda mídia criada é preciso ter claro o objetivo dela, que deve estar – direta ou indiretamente – atrelado a vendas.
Muitos projetos focam apenas no branding e/ou no relacionamento. Sim, sem dúvidas eles são importantes e devem ser contemplados. Mas é preciso retornar o investimento da marca e fazer as vendas crescerem. Esta é a medida de sucesso dos canais da marca e que fará com que eles sejam sustentáveis e se desenvolvam cada vez mais.

Não adianta ser legalzinho

O segundo grande erro é desenvolver um belo projeto, mas que não tem visibilidade. Perdi a conta de quantos sites, blogs, vídeos, aplicativos e perfis no Twitter de pequenas, médias e grandes empresas estão às moscas, com meia dúzia de gatos pingados acessando. Ok, quantidade não significa qualidade, diria o professor do primário. Sim, em alguns casos pode haver uma pequena comunidade em volta da marca que é super ativa e traz retorno. Mas estou falando realmente de pouquíssimos views, seguidores, conversas etc.
Não citarei nomes para não ser injusto, mas recentemente uma empresa desenvolveu um projeto interessante que se perdeu no objetivo e na visibilidade. Começou com uma ideia diferente, mas quando olhamos quantas pessoas viram, não passava de uma média de 100 views nos vídeos. Muito pouco pelo investimento e pelo tempo gasto. É preciso criar barulho.

E esse barulho se faz com o básico que é, sim, utilizar os meios tradicionais e digitais para chamar para o conteúdo e, principalmente, além de dar voz ao consumidor, conversar com ele. E este é o terceiro erro mais comum. As marcas que produzem conteúdo, munição para desencadear um diálogo, não conversam com seus consumidores. Viram mídia de 15 anos atrás. Seus conteúdos não são relevantes ao ponto das pessoas compartilharem, se engajarem, participarem, comentarem sobre eles. Fica tudo restrito ao mesmo grupinho de sempre. Sem resultado para a empresa. Antes de começar a desenvolver conteúdo para a marca no ambiente digital, portanto, é preciso planejar. Elementar, mas pouco, muito pouco praticado.

Texto: Bruno Mello

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Site permite mixagem de músicas online, sem nenhum download ou equipamento

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Na Web ideias não faltam e ferramentas para dar expressam a toda essa criatividade sugem na rede com a mesma velocidade. O olhar estratégico do profissional de Marketing Digital não perde tempo para transformar o que parece mais uma brincadeira numa ferramenta para ser aplicada com foco e potencial para alavancar novos produtos e clientes. Por isso, divirta-se sempre, mas nunca deixe de cultivar estratégia na sua criatividade. Boa leitura!
Prof. Ana Martins

O Wheel of Steel é um player online que permite aos usuários mixar qualquer música sem ter que baixar nenhum software extra - só é necessário que o javascript esteja instalado na sua máquina. A ferramenta, criada por Scott Shiller, engenheiro do Flickr e criador do Sound Manager API,  é usada no próprio browser e não necessita de download.

O usuário precisa apenas localizar a música, e nem é necessário que ela esteja armazenada no seu PC - só a URL funciona, mas é necessário que seja a URL do download da música. A partir de então, é possível fazer o que quiser, desde mixar, aumentar ou diminuir a velocidade, mudar o grave, o agudo, além de diversas outras funções.

Não é a primeira vez que o conceito de mixer virtual aparece, mas o fato de ser desenvolvido para trabalhar apenas online é novidade - pelo menos para nós.

Confira o vídeo-demonstração. E
para fazer suas próprias mixagens, é só clicar aqui.



Fonte: Olhar Digital - www.olhardigital.uol.com.br