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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Feedo: para descobrir vários detalhes da sua conta do Twitter

Veja quem são seus fãs, seus amigos e quem não te segue de volta no microblog.


Se você quer descobrir todos os detalhes da sua conta do Twitter como, por exemplo, quem não te segue de volta, quem são seus fãs e quem são seus amigos, o Feedo te ajuda. Basta entrar no site e permitir que ele acesse suas informações da conta.

Para começar, clique aqui. Em alguns segundos você vai ver três opções: "Não seguem", "Fãs" e "Amigos". Cada uma delas dá informações diferentes. Na primeira, o site te mostra quem são as pessoas que você segue, mas não tem seguem de volta. Na segunda, aparecem na tela os perfis que te seguem e você não segue de volta. Já na terceira, é possível enxergar as pessoas que são seguidas por você e também te seguem. Com essas informações na mão, você pode gerenciar melhor a sua rede de amigos. Para isso, é só passar o mouse em cima dos avatares e checar a mini-biografia da pessoa, o último tuíte e a quantidade de followers e followings. A partir daí, se você quiser seguir essa pessoa ou deixar de segui-la, basta clicar em "Follow" ou "Unfollow". No site ainda é possível fazer múltiplas ações, como deixar de seguir todos os perfis que você segue ou passar a seguir todas as pessoas que te acompanham no microblog.

Fácil, não é? Se quiser descobrir quem são seus fãs ou amigos, entre no link que acompanha essa matéria e gerencie sua conta com o Feedo. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O que é tendência no Marketing Digital

Profissionais falam sobre o que é destaque no mercado online durante o Digitalks Days Rio de Janeiro

A segmentação do e-mail Marketing e as oportunidades para as empresas em sites de busca são alguns dos destaques quando o assunto é Marketing Digital. A importância das redes sociais também é cada vez maior no processo de estreitamento de laços entre consumidores e marcas, principalmente na aplicação do Social Commerce.

O conceito chegou recentemente ao Brasil e ainda é pouco explorado pelas empresas mas vem crescendo, devido ao boom da mídia social nos últimos anos. Umas das primeiras companhias a utilizar a ferramenta foi o Yahoo!, em 2005, quando permitia que os usuários recomendassem produtos na web, um dos primeiros passos do Social Commerce, que hoje começa a amadurecer e se ampliar.

“Social Commerce é mais do que a transação financeira no meio on-line. O processo deve se iniciar na pré-venda e se estender ao pós-venda, quer seja negativo ou positivo”, afirmou Alessandro Lima, Sócio-Fundador da E-Life, durante palestra na edição do Rio de Janeiro do Digitalks Days, realizado na última quarta-feira, dia 18.

Pesquisa e desenvolvimento nas redes sociais

O monitoramento das redes sociais continua sendo um pilar importante para que o relacionamento nestes canais seja fortalecido. Não basta se preocupar apenas com que os consumidores estão falando sobre marcas e produtos. É necessário também saber quais são suas preferências, desejos e necessidades. Mais do que clientes, é preciso entender que os internautas são pessoas.

Um exemplo é o que faz a Seda no Twitter. A companhia monitora assuntos no microblog envolvendo temas relacionados aos produtos do portfólio da marca, como cabelos e mulher. No momento em que uma internauta posta um comentário sobre algum destes assuntos, a empresa sugere um produto como alternativa para ajudar a consumidora e envia uma amostra grátis.

Sites como o Twitter também são uma oportunidade de pesquisa e desenvolvimento de soluções para os clientes. Um consumidor comentou sobre sua dificuldade em retirar o lacre das embalagens de mostarda Hellman’s, comparado à facilidade com que retira a mesma proteção do ketchup da marca. A Unilever, ao ser notificada, além de desenvolver uma solução para o questionamento, respondeu o internauta, agradecendo.

“Monitorar as rede sociais também é gerar Social Commerce. Esses ambientes fornecem insights gratuitos e permitem encontrar o consumidor no momento da intenção de compra”, ressalva o Sócio-Fundador da E-Life, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Segmentação do e-mail Marketing

O Behavioral e-mail Marketing é outra tendência no campo digital. Apesar de não ser novidade, poucas empresas brasileiras utilizam a ferramenta de forma adequada. O conceito trabalha com a segmentação de conteúdo, que só pode ser realizada a partir do momento em que as características dos consumidores são realmente conhecidas.

Além de dividi-los entre gênero, faixa etária e escolaridade, deve-se criar subgrupos de consumidores, dentro dos próprios grupos, levando em conta localização geográfica, estado civil, faixa de renda e outras variantes atitudinais. “Não basta apenas enviar e disparar milhões de e-mails para os consumidores. É preciso segmentar os conteúdos segundo o público-alvo para tornar a comunicação mais relevante e assertiva”, diz Marcelo Abrileri, Presidente da MOL agência de Marketing digital, em entrevista ao portal.
Para otimizar a ferramenta, há cuidados desde o uso de palavras-chave no campo “Subject” do e-mail, evitando que os mesmos sejam enviados para o lixo eletrônico, até a alteração em peças gráficas apresentadas de acordo com o perfil do destinatário, para torná-las mais atrativas ao consumidor. Também é preciso estar atento para os resultados, procurando encontrar os motivos pelos quais as ações falharam.

Novidades do Google

O Google também vem contribuindo para a atuação das marcas nos meios digitais. A partir de 2012, estarão disponíveis no Brasil os lançamentos da companhia, como o Voice Search, o Goggles e o Goggle Shopper. Com a expansão da plataforma de mobilidade Android, os consumidores têm a sua disposição as novas ferramentas de busca da empresa, que já estão em operação em países como Estados Unidos, Austrália e Espanha.

A primeira opção utiliza o comando de voz para realizar buscas em smartphones e tablets. Já os outros dois dispositivos focam na procura de produtos e serviços. O Goggles é um software que permite ao consumidor realizar buscas a partir de fotos. Ao receber uma imagem, a tecnologia scaneia a mesma e direciona para uma página do Google com resultados relacionados à foto. O Google Shopper funciona de maneira semelhante, mas voltado para produtos.

Do mesmo modo, o software scaneia a imagem ou código de barras e, na lista de resultados, o consumidor pode encontrar os locais mais próximos onde o produto ou serviço é comercializado, além de realizar comparação de preços. “Ao se pensar em estratégias na internet, as empresas também devem levar em conta o Google como oportunidade para suas marcas”, afirma Nathalia Luna, Agency Relationship Manager do Google Brasil.

Mobile Marketing em alta

Outros itens que estão ganhando importância na estratégia digital das empresas são os smartphones e tablets. Com a expansão do consumo destes produtos, principalmente com medidas como a redução do Governo da taxa de importação a partir do próximo ano, é provável que haja um aumento da base de usuários e mais oportunidades de relacionamento a qualquer momento e em qualquer lugar.

Hoje, o consumidor já se relaciona com cinco telas, a tendência é que este número aumente. “Temos o cinema, a televisão, o computador, os celulares e, mais recentemente, o digital signage, aquela extensão da TV, nos ônibus, academias, ruas e lojas, com fins voltados para o Marketing. Com o advento dos tablets, as pessoas estarão em contato com mais uma tela”, ressalta Rodrigo Tigre, Gerente Comercial do Grupo Bolsa de Mulher.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/

terça-feira, 17 de maio de 2011

Hoje é Dia Mundial da Internet


A primeira equipe que trabalhou no projeto da ARPANet, que deu origem ao que temos hoje.
Em 2006 a ONU criou o Dia Mundial da Internet.

Há 42 anos, em 29 de outubro de 1969, uma equipe de engenheiros americanos coordenada pelo professor Leonard Kleinrock enviou a primeira mensagem entre dois computadores, que estavam em locais diferentes, dentro da rede Arpanet. O fato marcou o nascimento da internet, um fenômeno social mundial que revolucionou, e continua revolucionando, as comunicações, a educação, a economia e o entretenimento, levando a dramáticas mudanças em nossas vidas.


Kleinrock, para quem hoje a internet está apenas na sua adolescência, estava longe de imaginar os fenômenos sociais que nasceriam com a sua criação, como Facebook, Twitter ou YouTube. E muito menos o que ele chama de “lado negro” da web.

Os dados trocados entre os dois computadores, um localizado no laboratório de Kleinrock na Ucla e outro na Universidade de Standford, eram pequenos e insignificantes, mas prepararam o terreno para a rede interuniversidades Arpanet, que cresceria e tornaria possível o surgimento da hoje indispensável internet.

Somente em abril de 1993, foi lançado o Mosaic, considerado o primeiro navegador de internet a facilitar a usabilidade, ajudando a popularizar a internet. Como precursor do Netscape Navigator, Internet Explorer e tantos outros navegadores existentes hoje, o Mosaic também foi um passo crucial para tirar a internet do laboratório e levá-la para dentro das nossas casas.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Quais são as principais insatisfações dos consumidores no Twitter em 2010

A E.life, empresa brasileira de inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, apresenta os resultados de um novo estudo sobre o uso do Twitter para expressar a insatisfação dos consumidores com produtos e serviços no Brasil. O levantamento foi realizado pelo TweetMeter – software que acompanha 24 horas o buzz no microblog – no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2010 e isolou depoimentos com a hashtag #Fail, utilizada para exprimir o descontentamento dos internautas na rede.

De acordo com a E.life, das 21 categorias elencadas, dez foram as mais comentadas. São elas: telecomunicações, telefonia e celulares; alimentos e bebidas; canais de TV; bancos e cartões, higiene, beleza e cuidados pessoais; varejo; automóveis e motocicletas; eletroeletrônicos e informática; e-commerce e companhias aéreas.

Em telecomunicações, telefonia e celulares, as razões mais comuns de insatisfação estavam relacionadas às operadoras de telefonia fixa e móvel, reclamações de pós-compra e, principalmente, aos problemas com conexão 3G.

No segmento de alimentos e bebidas, foram bastante contabilizados tweets sobre produtos cujo aspecto ou conteúdo não condiziam com o rótulo, relatos de desagrado na primeira experiência de consumo, dificuldades em encontrar alguns produtos nas prateleiras, entre outros.

Sobre os canais de TV, as queixas mais frequentes diziam respeito aos problemas com queda de sinal, alteração da grade de programação sem aviso prévio em TV paga e críticas à qualidade e conteúdo da programação.

Com relação aos bancos e cartões, foram amplamente computadas reclamações sobre produtos e serviços oferecidos, especialmente sobre tarifas e taxas, cobranças supostamente indevidas, filas nas agências bancárias e dificuldades com internet banking, atendimento telefônico e caixas, principalmente devido a quedas no sistema.

No quesito beleza, higiene e cuidados pessoais, a hashtag #Fail apareceu em relatos de alergia a produtos ou resultados diferentes do esperado ao utilizálos, problemas com embalagens e aspectos como cheiro, cor e textura.

Boa parte da insatisfação dos usuários do Twitter com relação ao varejo foi atribuída às situações do cotidiano em pontos de venda, como filas e falta de produtos. Também foram elevadas as menções à má conservação de lojas, problemas de furto, roubo ou falta de vagas em estacionamentos, além de atrasos na entrega de pedidos.

Na categoria de automóveis e motocicletas, a maioria das queixas está relacionada à manutenção de veículos – amplamente criticada pelo serviço em si e pelo valor – e atendimento insatisfatório por parte de montadoras, prestadores de serviço ou fabricantes de peças.

Entre as reclamações sobre o setor de eletroeletrônicos e informática, destaque para os problemas com assistência técnica, insatisfação com o desempenho de produtos – principalmente os de informática e acessórios – e a demora na entrega de pedidos.

Sobre e-commerce, os tweets sobre problemas com pedidos negados, demora ou erros na entrega e, ainda, críticas ao atendimento são os de maior volume.

A maior parte das queixas contra companhias aéreas se refere aos atrasos e cancelamentos de voos, à dificuldade em comprar bilhetes aéreos online, ao pequeno e desconfortável espaço entre as poltronas de aviões e à queda na qualidade dos serviços de bordo. Para mais informações sobre a E.life: www.elife.com.br.